'Um Doente De Alzheimer Não Perde A Memória Emocional' 2

‘Um Doente De Alzheimer Não Perde A Memória Emocional’

Com trinta e três anos, Paulo A. Barredo (Barcelona, 1974) estacionou tua existência pra zelar por sua mãe, doente de alzheimer . Como se prepara um para a tarefa de cuidador? Acho que ninguém está preparado, nem ao menos os próprios profissionais. Quando você comparecer ao diagnóstico se lhe abrem as portas pra um mundo inteiramente inexplorado.

Você joga em um oceano de diversas emoções pro que ninguém está preparado. É o que mais bate de mim… Além disso, os homens, somos uma minoria, entre 14 e 16%. Mas eu por minha mãe… eu não tive que meditar muito, ainda menor de 8 irmãos.

Como enfrentou o diagnóstico? Sais de consulta do neurologista e partes de uma base 0 em conhecimento. Você chega em casa e a primeira coisa que faz é entrar no google pra mergulhar de informação. E você se apresenta conta que se fala do doente e da doença, mas muito insuficiente do cuidador e de que forma ele influencia a doença, por causa de não deixa de ser a segunda vítima direta.

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Então, eu decidi desenvolver um web site sem grandes pretensões pra comparecer falando este processo e o detalhe que ia adquirindo. O que sentiu quando viu o que significava a doença? Hoje há muita dica, porém da suposição à prática existe um abismo. E cada doente e a realidade são um universo. Há pessoas que vem sendo muito agressiva e que a doença nos torna pessoas felizes e algumas vezes acontece o oposto.

Mas o diagnóstico de certa forma, ele se acalmou, porque, às vezes, é um método grande até entrar a ele… Em meu caso, houve um período em que decidi esmagar toda o detalhe e vivê-lo do meu ponto de visão. De que me servia saber o que iria suceder dentro de quatro anos? Isso só iria gerar amargura e amargura. Decidi resolver com as dificuldades que me encontrasse.

Além do mais, em o mal de alzheimer, as coisas são capazes de modificar um mesmo dia… Então é melhor não ter sempre a doença em mente, pelo motivo de não se permite desfrutar da pessoa, que tem muito a aconselhar. Para mim foi uma lição de existência tremenda. O que trouxe de positivo? Aprendi o que significa amor incondicional, humildade… mudou a escala de valores. Aprendi a comprar muita paciência.

Quando você tem a sua mãe, por imensos meses, fazendo de sete a 9 malas diário e tu as livra à noite, quando dorme, e amanhã te encontras convertendo-as a fazer…Também aprende a ter empatia. E o que foi o que de pior tem levado? Saber que o que você fizer e mesmo que lutares contra a doença nunca vai obter a partida.

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