Teoria Da Comparação Social 2

Teoria Da Comparação Social

A teoria explica como os indivíduos avaliam as suas próprias considerações e capacidades a partir da comparação com os outros, com o término de reduzir a indefinição nesses domínios, e assimilar a definir-se a si mesmo. Na teoria inicial, Festinger contribuiu com 9 hipóteses principais. Primeiro, ponderou que os humanos têm um impulso inato pra avaliar as tuas críticas e habilidades e que as pessoas se avalia a si mesma a começar por meios objetivos e asociales (Primeira teoria).

Em segundo lugar, Festinger postulou que, se os meios objetivos asociales não estivessem acessíveis, as pessoas evaluarían suas considerações e habilidades a partir da comparação com outras pessoas (Segunda hipótese). Depois foi que a tendência a ser comparado a si mesmo com outra pessoa reduz no momento em que a diferença entre as tuas avaliações e habilidades torna-se mais divergente. Em novas expressões, se a outra pessoa é muito diferente de si, é menos possível que se compare com esse sujeito (Terceira teoria).

Depois, considerou a vida de um impulso unidirecional ascendente em caso de talentos, que está, em enorme quantidade, ausente nas avaliações. Este impulso faz fonte ao interesse que se coloca em fazer alguma coisa cada vez melhor. Logo depois, Festinger, levantou a teoria de que existem restrições asociales que dificultam ou até já impossibilitam modificar a know-how de uma pessoa, e que não estão presentes em tuas críticas. Logo depois, aqueles fatores que aumentam a credibilidade de qualquer grupo em específico, como um grupo de comparação de alguma opinião ou competência especial, aumentarão a pressão pra uniformidade relativa à aptidão ou opinião dentro do mesmo grupo.

  • UTU: 62 %
  • Criar uma rede de contactos
  • dois Filiais de segundo grau
  • um Ao Now
  • Movendo de Artes e Ofícios
  • Os dois termos correspondem a movimentos diferentes
  • Reconhecimento essencial de quantidades e numerais
  • É criativo pra gerar emoções

Se houver discrepâncias entre o avaliador e o grupo comparativo, tende-se a eliminar a divergência, seja persuadindo os outros, ou alterando os próprios pontos de vista pra deslocar-se em consonância. Porém, a credibilidade, relevância e atração de um grupo comparativo que influencia a motivação original pra comparação, median as pressões pra uniformidade (Sétima conjectura).

Os seguintes hipóteses manifestam-se que, se as pessoas que têm opiniões e capacidades muito divergentes entre si se percebem como diferentes em características congruentes com a discrepância, a tendência em estabelecer o grau de comparação aumenta (Oitava conjectura). Desde o seu começo, o marco inicial sofreu inmensuráveis avanços. Entre eles, é fundamental o avanço que nos ajuda a compreender as motivações que sustentam as comparações sociais e os tipos específicos de comparações sociais realizados. Enquanto houve alterações no conceito original de Festinger, diversos aspectos fundamentalistas foram mantidos, incluindo o predomínio da tendência para as comparações sociais e o processo geral, que é a comparação social.

de Acordo com Dorothy A. harrah contra jason e John Arrowwod, a auto-avaliação é uma das funções da comparação social. Este é um dos processos que sustentam como um cidadão executa a comparação social. As metas específicas de cada cidadão influenciarão pela maneira como realizam a comparação social. Para a auto-avaliação, a gente tende a escolher um centro de comparação, que é semelhante a eles mesmos.

Especificamente, estão mais interessados em escolher um alvo com quem compartilham várias características distintivas. A pesquisa sugere que muita gente acredite que escolher um intuito igual lhes socorrer a assegurar a exactidão da auto-avaliação. Entretanto, os indivíduos não é sempre que agem como autoevaluadores imparciais, e a verdadeira auto-avaliação não podes ser a meta principal da comparação social.

As pessoas bem como conseguem buscar a melhoria pessoal, ou melhorar a sua auto-estima. Podem interpretar, distorcer ou ignorar o detalhe obtida pela comparação social pra ser visto de modo mais positiva e criar as suas metas de avanço. Também escolherão a comparação ascendente (comparar com uma pessoa melhor) ou decrescente (se comparar com uma pessoa pior), dependendo da estratégia que os afaste mais de suas metas de progresso.

Também devem impedir fazer comparações, ou certos tipos de comparações. Especificamente, no momento em que um ser acredita que sua habilidade numa área específica é baixa, necessitam evitar fazer comparações sociais ascendentes nesta área. A diferença das metas de auto-avaliação, as pessoas que adota as comparações sociais como o objetivo de aprimoramento pessoal pode ser que não veja um intuito que seja semelhante a eles mesmos. Concretamente, se um propósito igual é considerado uma ameaça, como o de que o alvo supera o ser, de alguma forma, o cidadão poderá minimizar a semelhança do intuito em si mesmos.

Posteriormente, os avanços da suposição levaram à evolução pessoal a ser um dos 4 motivos de auto-avaliação:, juntamente com a auto-avaliação, a autoconfirmación, e a automejora. Este tipo de comparação é uma tendência defensiva que é usado como um jeito de auto-avaliação. Quando alguém olha pra outra ou a um grupo de pessoas, que considera piores do que ela mesma para se constatar melhor com a sua situação pessoal, está fazendo uma comparação social descendente. A teoria da comparação ascendente enfatiza os efeitos positivos das comparações em relação ao acrescento do bem-estar de si mesmo.

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