Sou Funcionário Público, Mas Eu Quero Tomar Meu Próprio Negócio 2

Sou Funcionário Público, Mas Eu Quero Tomar Meu Próprio Negócio

Sou funcionário público, porém eu pretendo tomar o meu próprio negócio. Além disso, dizem que o país precisa de pessoas como nós, pra trazer algumas ideias, de reativar a economia, reduzir a taxa de desemprego, e desse modo por diante. Em final, que somos um excelente partido para a nação, isto é, pro teu Governo. Mas tão bons não temos que ser quando quiser começar um projeto e te aconselhar, te incentivando, te dão aulas, no entanto ninguém lhe dá financiamento. E não peço que dêem dinheiro pro primeiro que goste desenvolver uma corporação, pois o mais bacana, então o negócio seria criar um negócio. O que peço é menos difícil descobrir este capital inicial.

O navio obteve o nome de Thor (que em inglês significa “em Frente”). Pra emissão da Groenlândia de 1888-89 Nansen havia abandonado a tradicional dependência de meios pesados, tanto em barcos como tripulação, com base, principlamente, em um baixo grupo bem treinado. Utilizando o mesmo princípio pra viagem do Fram, Nansen escolheu um grupo de apenas 12 participantes de entre as milhares de solicitações que chegaram de todas as partes do mundo.

Um dos candidatos foi Roald Amundsen, em vista disso com vinte anos e o futuro conquistador do Pólo Sul, cuja mãe o impediu de dirigir-se. Como capitão do navio e como o segundo no comando da expedição, Nansen escolheu Otto Sverdrup, um experiente navegador que havia tomado cota na travessia da Gronelândia. Theodore Jacobsen, que tinha experiência no Ártico, como capitão de uma chalupa, firmou-se como piloto do Fram e o jovem tenente naval Sigurd Scott Hansen assumiu as observações meteorológicas e magnéticas. O médico do navio e botânico da expedição foi Henry Blessing, que havia se graduado em medicina honrado antes da data de partida do Fram.

  • Ensinar a tocar um aparelho
  • Capítulo 2×137 (361) – “Relações Curiosos”
  • vinte e quatro horas em fotos
  • Www.amazon(ponto)com/ ligado a partir Century Child

O tenente do exército pela reserva e experiente na condução de cães Hjalmar Johansen estava tão decidido a se integrar à expedição que aceitou lembrar como um fogueiro, o único espaço vago. Além disso Adolf Juell, com 20 anos de experiência no mar, como piloto e capitão, assumiu o cargo de cozinheiro em Fram.

Ivar Mogstad, que era funcionário do hospital psiquiátrico de Gaustad, impressionou a Nansen por tuas habilidades técnicas como mecânico. O homem mais velho do grupo, que tinha quarenta anos, era o engenheiro-chefe Anton Amundsen (sem conexão com Roald). O segundo maquinista, Lars Pettersen, escondeu sua nacionalidade sueca, a Nansen, e a despeito de logo foi descoberto por seus companheiros, foi-lhe permitido ficar com a expedição, o único não norueguês da tripulação.

Os membros restantes foram Theodore Jacobsen, Peter Henriksen, Bernhard Nordahl e Bernt Bentzen, o último que entrou pra expedição, em Tromsø, em um curto tempo. O Fram deixou Christiania (atual Oslo) em vinte e quatro de junho de 1893, sendo demitido por saudações de canhão da fortaleza e os aplausos de milhares de simpatizantes. A primeira época da viagem pro leste, levou o Fram a transpor o mar de Barents para Nova Zembla, e depois até o assentamento russo de Khabarova, onde embarcaram primeiro de um grupo de cães. O 3 de agosto, o Fram levó âncoras e moveu-se cautelosamente para o leste, entrando no mar de Kara no dia seguinte.

Alguns navios haviam navegado no mar de Kara, antes e as cartas náuticas, de que se dispunha eram bastante incompletos. No dia dezoito de agosto, pela zona do delta do rio Yenisei, constataram uma ilha desconhecida, que foi nomeada como a ilha de Sverdrup, em honra do capitão do Fram. O barco continuou a fazer progressos até à península de Taimyr e o cabo Cheliuskin, o ponto mais setentrional da terra continental euro-asiática. O pesado gelo é muito demorado o progresso da expedição, e no encerramento de agosto, foi detido durante 4 dias, no tempo em que consertavam e derrubaram a caldeira do navio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima