'Se Os Animais Falassem Seriam Muito Chatos' 2

‘Se Os Animais Falassem Seriam Muito Chatos’

�Que há que ter em conta pela hora de cuidar de um animal? Como você precisa agir se doente animal de estimação? As experiências profissionais do veterinário Carlos Rodrigues (Lisboa, 1964), servem de assistência e são recolhidos no livro ‘Eu e os outros animais” (Editora Espasa). Através de tuas vivências e diversas anedotas, Rodriguez apresenta as diretrizes básicas pra convivência com um animal de estimação de uma forma amena e divertida.

Desde no momento em que queria ser veterinário? Tinha duas dúvidas pela minha infância. Ser uma cura ou um veterinário. Menos mal que escolhi ser veterinário. Eu não acho que ele teria feito uma extenso ajuda para o clero. Por que decidiu-se pelo mundo veterinário? É um sentimento. É muito gratificante poder acudir um animal sem aguardar nada em troca.

Alguém que você podes requisitar assistência, todavia o animal precisa interpretá-lo, compreendê-lo. O mais fácil para compreendê-lo é tentar entrar em sua regularidade. A título de exemplo, se você não entende o árabe e quiser se avisar em árabe o que você vai ter complicado. Mas se você utilize algo tão básico como a linguagem de sinais, certamente te-ás com um árabe, um finlandês ou cada um.

não tenho dúvida que todos nós somos capazes de pegar uma perspectiva de intercomunicação, estando ao grau do outro. E no caso dos animais? Basta observá-los. Muita gente me diz que o teu cão ou gato só lhe falta discursar. Se os animais fizessem seriam muito chatos porque o esplêndido é poder observá-los, deixar-nos inundar por seus comunicados. Concretamente, nos falam mais do que diversos acreditam. Na introdução do livro começa com Aristóteles, Foi o primeiro defensor, promotor, interessado, estudioso do que nos dias de hoje conhecemos como ‘medicina veterinária’.

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o Seu livro está cheio de histórias e vivências pessoais, São algumas histórias. Desde pessoas que me puxa pros seus braços, quase como se tivesse salvado seu filho, até os que me querem matar. Embora os animais tenham esse susto do veterinário pelo motivo de não sabem o que lhes farás, se procurá-lo muito dentro não há dúvida que, no fundo, a toda a hora há uma agradecimento. Você tem um processo específico na hora de tratar os animais na sua clínica? Quando vem um cão pra consulta, sinto-me no chão para estar à sua altura, ou se é um gato o deixo solto por um tempo.

dou-Lhes um tempo de adaptação pra que se tranquilicen. Você precisa simpatizar com alguns seres que são diferentes de nós. Como reaccionaríamos se tivéssemos que destinar-se ao proctólogo e nada mais entrar jogá-lo diretamente pra maca e vai enfiando o dedo no teu reto? É verdade que os únicos que lhe fizeram lacrimejar foram seus cães?

Um dos capítulos do livro, o centro sobre o meu pai e o meu cão Roko, que são dois dos seres que de fato eu chorei. Desde que comecei a escrever o capítulo até que acabei de terminar não parei de lacrimejar. O que é o que mais lhe surpreende deste vínculo que se instaura entre alguém e um animal? Há uma teoria muito interessante, que ainda não está suficientemente explicada, sobre o elo que o ser humano institui com alguns cães.

Em alguns casos, é tão brutal e íntimo que algumas vezes surpreende. Quando se estabelece uma vinculação muito robusto o animal detecta certas atitudes nossas, faz o que você quer que eu faça sem relatar nada. Por sua experiência, O maior erro é crer que este animal é um ser humano distinto e tratá-lo com nossos conceitos educacionais, alimentares e higiênicos, isto é, antropomorfizarlo. Um cobaia, claramente, não se te aparece à tua tia Julia e um cão não é como o seu colega Daniel.

Em primeiro ambiente, todos os que interagem com um animal de companhia teriam que ser suficientemente respeitoso para saber como cuidar dele. Em caso de incerteza, O ótimo é perguntar. Nos veterinários somos os fiadores da saúde e do bem-estar dos animais. Nem todos pensamos, evidentemente, de modo aproximado, temos discrepâncias, entretanto há que perguntar a quem entende. Há uma frase que cada vez defendo mais: “Pergunta para sempre aquele que você poderá denunciar”.

O veterinário tem uma responsabilidade. Como ainda inexistência um maior entendimento e educação pela hora de tratar os animais? Total. Eu não consigo assimilar a morte de animais como o Toro de la Vega em Tordesilhas. Muitos me dizem que eu não sou vegano e como carne, entretanto estou convencido de que o consumo de carne é adequado pro ser humano.

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