Praça: "Não Amor A Txapela, O Curso Me Está A Correr Bem" 2

Praça: “Não Amor A Txapela, O Curso Me Está A Correr Bem”

Sua excelsa vitória no passado Tour deu asas e firmeza. Depois de numerosos anos de dúvidas, Rubén Plaza (Alicante, 1980) volta a sorrir em um Lampre com o que esses dias negocia tua renovação. Entre seus planos não estava a Clássica de San Sebastián, contudo, visto o anjo que lhe rodeia, mudou o seu roteiro para tentar conquistar a clássica donostiarra.

Praça, que ainda continua com a ressaca açucarado da “Grande Boucle”, não gastou muitas horas em preparar-se a clássica. Como subscrever Rui ou com a independência? No País Basco, vai partilhar o protagonismo com o líder da criação italiana, o português Rui Costa. Um agradável ‘feeling’ com o que espera descrever este encerramento-de-semana. Tour parecem ter revitalizado: “É como se eu tivesse seis anos a menos”.

O exercício da oração impessoal, pela terceira do plural (“eles Dizem que…”) permite conceder à música um caráter especulativo e hipotético. As pessoas que nunca tinha visto o mar (como o eu poético desta dístico) não sabia exatamente como era. Somente ele sabia o que dizia algumas pessoas que ela havia visto.

Desse modo, essa terceira pessoa do plural apresenta ao discurso um caráter dubitativo, como se fosse uma teoria sem confirmar (“não há dúvida que é desta maneira, pelo motivo de a gente diz, entretanto não pude comprová-lo em primeira pessoa”). Toda a primeira estrofe é uma topografia sobre o mar, com todos os seus elementos (água, nuvens, sol e vento). É chamado de topografia aquele texto que tem como propósito contar um lugar (por este caso, físico). Evidentemente, trata-se de uma definição de caráter literário, repleta de metáforas, as quais estão tingidas de um halo vanguardista-surreal: “há touros azuis pela primavera do mar”.

apesar do neopopularismo, a Alberti gostava de anexar aos seus poemas de vez em quando alguma imagem contraditório, antirrealista, original pra conceder um toque de “poesia pura”. A topografia, continua com uma série de metáforas personificadas (“o sol é o caporal e as mantilhas das nuvens que as move o temporal”) que permitem dar significado à estampa marítima. Concebe-Se o mar como um lugar cheio de existência, muito humanizado, muito próximo, em vez como a meio ambiente é deslumbrante, porém estática e morta.

O sol aparece identificado como um caporal, ou seja, como alguém que cuida de presidir e liderar um grupo de pessoas (por esse caso, o resto dos elementos da estampa: a água, as nuvens, o vento, etc…). Nesta fotografia literária que criou o produto “rei” (o que ressalta por cima dos outros) é o Sol. A nuvem acaba se identificando com uma mantilha, que como você domina é uma peça de seda ou renda com que as mulheres cobrem a cabeça(utiliza-se sobretudo nas procissões da Semana Santa).

A suavidade de teu tecido acaba se identificando com o protagonista fofo e macio das nuvens. Trata-Se de um episódio marítimo-natural muito dinamizado, que almeja ganhar a realidade em movimento, graças à imagem do vento, deslocando-se as nuvens. Também vos citou, que pra muita gente, o mar era alguma coisa irreal de alcançar (por não ter dinheiro, por não poder viajar, ou o que for).

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Quando uma coisa é inadmissível de alcançar, começam a formar mitos ao redor dela (a realidade se deforma com fantasia). Daí a alusão a seres maravilhosos e mitológicos clássicos greco-latinos: “Procurando sereias vai, pesquisando sereias recentes que lhe cantem ao passar”. A anáfora de “Procurando vai”, além de ressaltar a grandeza do mar (em tamanho) e seus mistérios, permite enfatizar a inevitabilidade de insistir até poder realizar alguns sonhos, várias ilusões. O mar era uma ilusão pra várias pessoas nesta época, e diversos não puderam cumpri-la. Em resumo, o eu poético emerge com potência graças às marcas de primeira pessoa, em maneira de pronomes (me comunique, EU não poderei), possessivos (MINHA janela) e verbos (eu posso).

O protagonista dirige-se a um marinheiro, usando o imperativo (diga-me, diga-me, fale-me) e o vocativo (“fale-me do mar, marinheiro”). As estrofes são compostas por sete versos (septillas) que seguem este esquema de rima: abbabab. A musicalidade do poema (própria do neopopularismo), é obtido graças aos paralelismos já analisados, as repetições e os diferentes fenômenos de derivação e poliptoton. Fala-me do mar, marinheiro. Fala-me do mar, marinheiro. Até o próximo dia! Editado por regenerador, vinte e dois de novembro de 2014 – 18:Doze .

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