Por Que Cada Ovelha Escolhe O Seu Parceiro? 2

Por Que Cada Ovelha Escolhe O Seu Parceiro?

�É assim sendo que temos em comum e o que nos diferencia? Como escolhemos a todo o momento o mesmo tipo de pessoa? Como buscamos fazer com que se pareça ou que não se pareça a uma pessoa? Além da evidente atração física e das características da pessoa escolhida, no modo de fósforo intervêm diversos outros fatores. À proporção que crescemos, descobrimos o que gostamos e o que não é, se exerce uma espécie de programação emocional que delineia o conjunto de características que buscaremos em nosso parceiro.

você Para adorar ou ser amado? Para tomar conta ou ser cuidado? O que Para encontrar a satisfação? Para alguns, é uma procura de afinidade, sobressair-se por meio do outro, descobrir nele uma parte de nós mesmos. Para outros, é a necessidade de complementarnos, de cercar de características que não possuímos.

“Sou tímido, e ela se move melhor”, “eu Sou passiva e vai-me que tome a iniciativa”. Na pesquisa de que o companheiro faça as coisas que não temos trabalhado ou não somos capazes de fazer, o qual se suprem as carências? “No decorrer de tua existência, duas vezes havia escolhido a um homem que tinha efeito ser um terrível engano.

  • Não envia mensagens genéricos
  • Não. 137 “conta-me”
  • Nada evito namorar a minha alma, e imediatamente só quer um aspiro-te de teus lábios
  • Severy, Merle. 1987. The World of Suleiman the Magnificent. National Geographic. 552-601
  • vinte e três 14149 Yakowitz
  • Capítulo 3×085 (564) – “O Gêmeo”
  • Mensagens: 5.410

Charlie Farquarson tinha sido o oposto a teu pai: agradável, contudo fraco. Boy Fitzherbert tinha sido como Lev, teimoso e egoísta. E afinal tinha encontrado Lloyd, que era forte e simpática ao mesmo tempo, não o havia escolhido por tua classe social, nem desse modo podia transportar, só por ser um homem de uma bondade extraordinária.

Era carinhoso. Eu estava pronto, era leal e a adorava. Daisy tinha demorado muito a se doar conta de que ele era o que procurava. Que idiota tinha sido”. Daisy é um dos personagens de O inverno do mundo, de Ken Follet (Plaza & Origem). Parece que temos uma espécie de padrão da pessoa que gostamos, em tão alto grau no físico como no emocional. Harville Hendrix, autor de Getting the love you want (2007), não traduzido pro português, explica que, depois de mais de 20 anos como especialista conselheiro, verificou-se que a alternativa do parceiro é baseada em muitas características dos pais.

mais a respeito as qualidades negativas do que as positivas; algumas vezes é uma busca do oposto. “Você é como eu -pensou Margarida-, diz sempre o que pensa. Não me estranha que Lloyd tenha se apaixonado por mim: eu sou a estampa de sua mãe,”, reflete em outro instante, o protagonista da obra. “Minha mãe era muito longe, tinha pouco tempo ou interesse pra dispensar a seus filhos. Isabel é adocicado e meiga e acho que foi o que mais me atraiu para ela desde o princípio”, diz Henrique, de cinquenta e dois anos de idade.

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