O Que Lhe Fez Querer Ser Atriz? 2

O Que Lhe Fez Querer Ser Atriz?

Como sua irmã, dedica-se a bordar papéis complexos, de especial sensibilidade. Este ano é candidato ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por seu papel em ‘Carol’. Conversamos com ela sobre o filme, sobre isso sua origem familiar e sobre o assunto Hollywood. Veja e faça o download gratuito do número de ‘mensal’ de março em PDF. O ver a quebrável e ele beleza desta treintañera madura, discreta, porém não distante, poucos podem idealizar que tua família pertence a realeza do futebol americano. Os avós paternos de Patricia Rooney Mara (Bedford, Nova York, 1985) fundada há quase um século, o New York Giants, toda uma entidade esportiva nos EUA.

Seus parentes maternos montaram os Pittsburgh Steelers. Mas ela, como sua irmã Kate, dedica-se a bordar papéis complexos, de especial sensibilidade, em projetos de toda condição no cinema atual. Ao longo do bate papo, Mara mostra ser inteligente sem esforçar-se por aparentarlo. Tudo questiona, sem formalidades próprias de diplomacia forçada.

O faz de um jeito tão natural que é incapaz de tornar-se agressiva. Por muito diretas que sejam suas considerações, não nascem com a intenção de interrogar a teu companheiro de diálogo e sim como um convite à reflexão conjunta. Está na moda como personagem de Carol, o romance que sempre fascinou a critica mais do que pros acadêmicos. Uma das favoritas a receber o Oscar de melhor atriz coadjuvante por interpretar a jovem Theresa, apaixonada por uma mulher mais velha que ela, neste vídeo de época. Garante que não se importa muito e, por alguma justificativa, não custa crer. De ser criados em estádios de futebol em Hollywood existe um passo.

Embora a gente não cria, não há nada de glamouroso em rodar um filme. A comoção é mais a de um acampamento de verão; você compartilha os dias com as mesmas pessoas e viver experiências muito próximas com elas. Geralmente, você termina o dia comentando comida gordurosa na mesma mesa. Isso que conta, não moradia com a perfeição estética que se recria em Carol. Bom, é que é um video maravilhoso e extraordinário.

Não só o que se vê, assim como o jeito em que se desenvolvem os protagonistas principais. Qualquer um deles tem sua própria experiência de existência, que vai correndo durante o relato. Você disse pouco tempo atrás que é tempo de um video de temática lésbica. Não param de apresentar que o que eu falou, mas eu não me lembro. Provavelmente, o jornalista fez essa afirmativa, e eu comentou “Sim” podes ser”, e depois me levou a frase pra mim. Encomenda de fazer isso muito frequentemente vós.

  • Dois Plebiscito de 1988 e as eleições de 1989
  • um Alberto Victor, duque de Clarence e Avondale
  • Canais de pagamento (micropagos) ou Lightning Network.[140]
  • Assim, o emprego não vai ser o que era antes
  • Marge: meu Homer nosso filhinho superior

Então, cuénteme se pensa ou não. Por um lado, claro que eu penso, entretanto nunca faria uma sentença tão categórica a respeito de. Ademais, pra mim, Carol é uma história de carinho que ocorre que protagonizam duas mulheres, porém eu acredito que vivo em uma bolha, em que alguma coisa por isso não é tão singular. Sei que em outros lugares do mundo realmente é.

o que sim me alegro é de que continuem fazendo pequenas histórias do que ocorre no dia-a-dia das pessoas, isto é cada vez mais único. Eu acredito que é mais complicado pegar um espectador que desfrute de um relato tão minimalista como Carol que localizar um que aceite um romance homossexual. É frequentemente considerado uma rara avis que pouco se encaixa entre as atrizes de tua geração.

Se eu tivesse que escolher, o Mia Wasikowska (a personagem de Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton) me deixou impressionada, desde tuas primeiras representações. É um dos talentos mais maravilhosos do momento. Ela esteve com o propósito de fazer de Theresa quando você recusou o papel em um primeiro instante.

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