O Desafio De 'barriga' Natal 2

O Desafio De ‘barriga’ Natal

As dietas são tão típicas destas datas como os bolos e festas específicos para o Natal. Para muitos, janeiro é sinônimo de regime, o mês em que você precisa se livrar dos quilos que deixaram as festas e começar a ingerir “de forma diferente”. Mas não vale tudo em busca nesse “plano renovar”. Os especialistas lembram que deixar-se levar por propostas expresso, dietas milagre e produtos mágicos podes ser contraproducente e resultar riscos. Pilar Garcia Durruti, chefe do serviço de Endocrinologia e Nutrição de HM Montepríncipe (Madrid). Conforme explica, os espanhóis ganham, em média, entre 2 e quatro quilos no Natal.

Desse jeito, diversos se agarram com fervor às dietas que proliferam nessas datas e promete “grandes perdas com pouco interesse”. Paula Castro, presidente da secção de Risco Cardiovascular e Reabilitação Cardíaca da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SEC). A gente confia nelas, explicam as duas especialistas, “já que propõem uma solução fácil e rápida para o defeito”.

Mas a realidade é que a alimentação “não há milagres”, e a única coisa que vale é “escoltar uma alimentação equilibrada e saudável, de modo habitual”, enfatizam. O intuito parece simples, porém a cada ano, centenas de espanhóis fracassam nessa tentativa de “começar a comer bem”. Para Carlos Martin, afiliado do coletivo Dietética sem Patrocinadores e divulgador da nutrição, um dos primeiros passos que temos que seguir é “impossibilitar os processados”.

Há que “priorizar os alimentos frescos em relação aos produtos altamente preparados de forma industrial”, lembra o especialista. Estes últimos itens, esclarece, contêm grandes quantidades de açúcar, entre outros componentes, que a médio-grande período são capazes de gerar uma desregulação do balanço energético e gerar dificuldades metabólicos. E é que, mesmo que nos últimos anos os espanhóis temos diminuído o consumo de açúcar de mesa, o correto é que cada vez tomamos mais proveniente de elaborados doces e salgados. No total, 75% do açúcar que consumimos vem desses produtos.

  • Dois – Passada pra trás com elevação de joelho
  • Registado: Vinte e quatro jan 2007
  • Evitar as refeições pesadas
  • 13 abril, 2015 às 1:21 pm
  • Raças pequenas: a partir dos 8 anos
  • Stokesbury, James L. A Short History of World War I. New York: Perennial, 1981. A OCLC 6760776

produtos de Pastelaria, refrigerantes açucarados, snacks e produtos elaborados a partir de farinhas refinadas são alguns dos exemplos desses produtos não precisam consumir habitualmente. Em compensação, verduras, legumes e frutas precisam estar presentes “por refeição que fazemos”, complementa Martin. E também fibras, carboidratos e proteínas, estes alimentos contêm vitaminas e minerais, fundamentais para o prazeroso funcionamento do corpo.

No livro, Jiménez recomenda a ingestão de cada dia “pelo menos um grama de proteínas por cada quilo de peso corporal”. Contidas nas carnes (mamíferos, aves, peixes e frutos do mar), legumes e frutos secos, o melhor é apostar em opções frescas, sem processar, explica. Também as até pouco tempo atrás muito denostadas gorduras precisam ter um território de hábito na dieta, salienta Jiménez. As hidrogenadas ou trans, encontradas em alguns alimentos processados precisam ser evitados, porém as contidas nas carnes magras e peixes, bem como em óleos como o de oliva sim são saudáveis e necessárias, ressalta. A começar por dezembro de 2014, a legislação europeia obriga todas as corporações a precisar que tipo de óleo utilizado.

nas últimas décadas, as gorduras ocuparam um ambiente de destaque pela listagem dos “adversários” da saúde. Mas, de um tempo a esta fração, a ciência começou a resgatar a estes nutrientes. Várias pesquisas novas têm apontado que, talvez, seja a hora de recolher o “estigma” de perigosos, expondo evidências de que estas não são as principais culpados pela epidemia de doenças cardiovasculares que vive o planeta.

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