Comunidade De Aprendizagem 2

Comunidade De Aprendizagem

Antecedentes das comunidades de aprendizagem tem por objetivos a transformação social e educativa. Comunidades de Aprendizagem: um projeto de transformação social e educativa que vai dirigido a escolas de ensino fundamental e médio. Monografia sobre o assunto Comunidades de Aprendizagem. Revista Interuniversitária de Formação de Professores continuação da antiga Revista de Escolas Normais. Projetos baseados nos princípios do modelo educacional de comunidade de aprendizagem tendem a ser aplicado na educação formal e não-formal como estratégia pra aprimorar os resultados de aprendizagem e gerar as bases de uma convivência solidária.

A interação é o porte central de uma experiência educativa, e quando se tenta oferecer o desenvolvimento do raciocínio crítico e reflexivo por meio de estratégias de modelagem e infraestrutura, é preciso que a interação seja mais sistemática e estruturada. No âmbito iberoaméricano a primeira comunidade de aprendizagem surgiu em 1978 com o centro de educação de pessoas adultas de La Verneda de Sant Martí.

A diferença nas salas de aula habituais, heranças da comunidade industrial, neste padrão educacional que não há só um professor que explica certos conteúdos acadêmicos. Nas comunidades de aprendizagem encontramos numerosas pessoas adultas, entre as quais se adicionam os voluntários e voluntárias comprometidos com a educação que apoiam o método de aprendizagem, contribuindo com diferentes perfis e diversidade nas salas de aula. Estes voluntários, entre outros, podem ser familiares, ex-alunos ou participantes de associações do bairro ou da cidade. Criação de uma organização e um recinto de aprendizagem.

Os processos de ensino-aprendizagem são o centro da organização escolar. O ensino tem finalidades, tais como: o ensino é planeado para o coletivo e estabelece finalidades claras, expressas e partilhadas na comunidade. Todos os coletivos envolvidos partem de altas expectativas e também as promovem o resto.

  • Identificar os atributos (bem como chamados de dimensões) que definem o ‘espaço’ do item
  • Respostas: NÃO
  • Análise do instrumento da atividade
  • Problemática urbana
  • vince e seis de Ajuda pra remover um anúncio de exclusão

O desenvolvimento da auto-estima. A avaliação contínua e sistemática. A participação dos alunos, da família e da comunidade. A liderança escolar é compartilhado. A educação entre aproximados. Na formação de Comunidades de Aprendizagem se dão dois pré-fases: sensibilização e tomada de decisão. Os grupos interativos consiste de três passos.

No primeiro, são agrupados em um mesmo espaço as crianças e moças em diferentes grupos de acordo com os seus ritmos de aprendizagem. No segundo, os diferentes se lhes tira da sala de aula comum a novas salas de aula com adaptações curriculares. No terceiro passo, o que lhes tira não apenas da sala de aula, mas do próprio instituto. Os grupos interativos são uma maneira flexível de graniza o trabalho educativo em sala de aula. Têm a finalidade de aumentar o aprendizado por intermédio de interações que se estabelecem entre todos os participantes.

Uma das premissas destes grupos é que sejam formados por pessoas heterogêneas, desta forma potência que os alunos se proteger entre si, provocando um aprendizado muito mais motivador e compressível a sua vez. Outra das prioridades é a formação de família e familiares. Nas comunidades de aprendizagem, as famílias não só se formam, contudo que participam no plano igualitário às comissões de trabalho que são fabricados para levar avante uma das prioridades. Alguns exemplos de atividades realizadas através de Comunidades de aprendizagem podem ser, práticas de leitura dialógica por intervenção de tertúlias literárias ou bibliotecas tutorizadas.

↑ Rodrigues de Mello, R. (2011). Comunidades de aprendizagem: Democratização dos centros educativos. ↑ Elboj, C. e Oliver, P. (2003). As comunidades de aprendizagem: Um padrão de educação dialógica pela comunidade do conhecimento. Revista Interuniversitária de Formação de Professores. ↑ Garcia Cabrero, B., Márquez, L., Neto, A., Miranda, G. A. e Espíndola, S. (2008). Análise de padrões de interação e construção do discernimento em ambientes de aprendizagem on-line: uma estratégia metodológica.

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