Como Deve Gerir Uma Empresa Com Seus Fãs 2

Como Deve Gerir Uma Empresa Com Seus Fãs

Os clubes de futebol são um fenômeno de massa. Mais de 170.000 pessoas são sócios do Barcelona, um número parecido com o do Real Madrid (95.000) e o Atlético de Madrid (60.000). Milhões de pessoas continuam a estes clubes, a partir de tuas contas de Twitter. Thriller, o hit de Michael Jackson, neste momento vendeu mais de 60 milhões de cópias até à data.

o Que tem em comum o rei do pop e as equipes que lideram a liga espanhola de futebol? São ídolos, atraem fãs. Um fenômeno que as organizações desejam para suas marcas. Criar uma rede de seguidores fanáticos é o propósito da maioria das empresas com presença nas redes sociais. “As organizações estão nas redes para gerir comunidades, comprar considerações e gerar tráfego para tuas páginas internet.

Se o conseguem, são capazes de acrescentar tuas vendas. É como quando antigamente o bairro falava bem da carnificina do bairro. Todo mundo ia lá”, reconhece o diretor de marketing da faculdade de negócios IE, Carlos Saldanha. Mas o santo graal para gerar um clube de fãs de lado a lado das redes sociais, não está ao alcance de todo o mundo. Porque não basta a mera presença no Facebook, Twitter ou Instagram. O docente do IE avisa que a empresa precisa compreender muito bem o público que atende.

  • Oito 8. Dar más notícias
  • sete Projeto de Atividade
  • Põe em marcha a tua estratégia de networking
  • 90% delas neste momento não ultrapassam os 2 anos
  • Gere a base de detalhes dos seus consumidores
  • Relações internacionais

Compreender como pensam os seguidores das mídias sociais é o objetivo do gerente de marketing digital da LG, João Laurrauri. Pra isso, os fãs da empresa de eletrônica participam em estudos de opinião:”Nós fizemos pesquisas sobre como deveria ser a televisão sublime pro comprador português”. Para que o departamento funcione de modo capaz, necessita-se atender com rapidez as demandas dos freguêses. Saldana, lembre-se que novas corporações têm desperdiçado as oportunidades que oferecem estes canais de comunicação, por não compreender que exigem uma resposta rápida e profissional. Ponto em que coincide o responsável de mídias sociais e de comunicação dos Correios, Eduardo Cicuéndez: “Não é o mesmo responder o telefone que do Twitter.

A intercomunicação é muito mais rápida pela rede”. E-tem 10.100 seguidores pela rede de tweets, usuários que se dirigem à entidade à espera de uma resposta imediata. Isso é que o serviço postal português possa gerar uma comunidade de fãs. “A fidelidade das pessoas consegue, sendo o muito rapidamente possível e dando mais do que esperam”. Tal é a potência da guarda que “se você retornam um envio internacional, pelo motivo de o comprador não estava em casa, fazemos uma segunda tentativa de envio”, admite Cicuéndez.

Claro que não se trata simplesmente de fazer um departamento que esteja atento ao que está acontecendo na rede. Se a organização assume as demandas das mídias sociais, você aprenderá a responder, instaura um diálogo com os fãs, sinaliza Káganer: “É interessante que a conexão com o freguês tenha sentido. Isto permitirá aperfeiçoar a emoção de valorização para a companhia”.

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