Citações Célebres (II) 2

Citações Célebres (II)

o Seu prestígio como sacerdote e como educador de jovens carentes ou em traço, o que lhe valeu o respeito às autoridades civis e religiosas de seu tempo e de seu povo, do mesmo modo uma notável fama no estrangeiro. Suas obras foram requeridas diretamente por chefes de estado e autoridades eclesiásticas de países como o Equador,3 El Salvador, Espanha, França, Inglaterra, Polónia, Palestina, Panamá,quatro Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Colombia5 e Venezuela, entre muitas algumas. Foi um visionário de teu tempo ao ponto de prever acontecimentos que se dariam no decorrer do século XX no que diz respeito aos seus salesianos, a Igreja católica e o universo em geral.

O 1 de abril de 1934, só quarenta e seis anos depois de tua morte, em 1888, João Bosco foi canonizado pelo papa Pio XI. João Paulo II conferiu-lhe o título de “Pai, Mestre e Amigo dos Jovens”.6 Populações, províncias, parques, ruas, teatros, museus, universidades e, principlamente, as escolas levam teu nome. Estados em que se dividia a península itálica entre 1815 e 1870, antes da unificação italiana.

Esta foi a “Itália”, em que viveu Dom Bosco, a maioria de sua existência. A maioria dos estados em que se dividia a Península Itálica estavam ligados a dinastias consideradas como “não-italianas”, entre elas os Habsburgo e Bourbon. O Reino do Piemonte-Sardenha em alteração estava governado na Casa de Sabóia, os únicos que foram considerados autenticamente “italianos”, desculpa pela qual chegaram a ostentar o título de “Rei da Itália”.

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Vista de Turim, a cidade do apostolado de Dom Bosco. Como capital do Reino do Piemonte-Sardenha, Turim era uma cidade de imenso gravidade e atividade política e econômica durante o século XIX. Entre os papas do século XIX, o beato Pio IX (1792-1878) teria uma importância especial pela história da unificação italiana e na vida e obra de Dom Bosco.

O século XIX foi um século de profundas transformações mundiais e revoluções em todos os sentidos. Durante esse tempo as conseqüências mais respeitáveis da Revolução francesa tomariam espaço, de forma especial com o avanço do nacionalismo na Europa e o nascimento das repúblicas americanas. Seria o século das revoluções industriais, o desenvolvimento do conceito moderno de democracia, o século de grandes invenções, do materialismo dialético e do impressionismo artístico. A independência guiando o público, pintura de 1833, obra de Eugène Delacroix, símbolo do avanço de liga entre europeus e americanos que primaron ao longo do século XIX, o século de Dom Bosco.

Francisco Luis havia sido viúvo e tinha um filho, Antonio Bosco, antes de teu segundo casamento com Margarida. Uma filha de teu primeiro casamento, Teresa, havia morrido pela infância. Margarida Occhiena, teve 2 filhos de Francisco: o primeiro foi José (1813-1862) e o segundo, João Eduardo. Na casa morava bem como a mãe de Francisco Luis cujo nome assim como era Margarida.

Os Bosco de I Becchi eram, na realidade, uma família do campo que sobrevieram como peões de a família Biglione. Em 11 de maio de 1817, quando João tinha vinte e um meses de idade, Francisco faleceu visto que uma pneumonia. A responsabilidade da família ficou nas mãos de sua mãe, Maria.

Margarida Occhiena, a mãe de Dom Bosco. O protagonismo pela geração da infância Bosco passou, desse jeito, nas mãos de tua mãe. Uma mulher de um rígido caráter, uma sólida devoção e uma intensa fidelidade à sua família. Não procurou um segundo casamento, contudo que só se dedicou a formar seus três filhos.

A forma em que Margarida defendeu seus filhos em meio a pobreza e o espírito de obediência e devoção que lhes deu, teriam muito o que enxergar no futuro apostolado de Dom Bosco. Após a Revolução, os franceses tentaram preencher o Piemonte contra o Império austríaco, o que fez desse um campo de competições e instabilidade que terminariam em 1815, pontualmente o ano em que nasceu João.

Estas lutas deixariam os campos devastados e a ameaça de escassez que Margarida teria que resolver com seus filhos. Outra ocorrência em que a mãe de Dom Bosco teve que confrontar foi a educação de Antônio, filho de Francisco e de sua primeira esposa. Com a morte de Francisco, o moço tinha ficado órfão de pai e mãe e pra caridade de sua madrasta, que, por fortuna, o apoiou como a um filho e lhe deu a prioridade de um filho primogênito. Contudo, Antonio Bosco não superou completamente a sua orfandade e se tornaria insociável dentro do contexto da família para opor-se com mais periodicidade do que os sonhos de João, o seu irmão menor.

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