↑ York, R; Mancus, P (2019) 2

↑ York, R; Mancus, P (2019)

Antrozoología denomina-se ao estudo científico da interação humano-animal, e os hiperlinks humano-animal. Se enquadra dentro dos estudos humano-animal, os quais constituem um campo interdisciplinar que investiga os lugares que os animais ocupam no mundo social e cultural dos humanos, e as interações que os humanos têm com eles.

Os animais não humanos têm tido uma forte interferência nas sociedades humanas a exercer um papel fundamental ao longo de toda a história da humanidade. Sua presença pela vida humana, evidencia-se permanentemente e em numerosos contextos sociais, seja fornecendo os seres humanos de alimentos e roupas, sendo membros em pesquisas, melhorando a saúde, oferecendo entretenimento, lazer e companhia.

mas, apesar da gravidade dos animais nos imensos estilos da vida humana, até há relativamente pouco tempo a comunidade científica tem desprezado o estudo da interação entre os humanos e as algumas espécies animais. Atualmente, as atitudes pra com os animais foram modificadas, e ao longo das últimas quatro décadas, as relações entre pessoas e outros animais tornaram-se uma área respeitável de procura. A antrozoología conecta numerosas disciplinas que adicionam a antropologia, etologia, psicologia, sociologia, medicina humana e veterinária, entre algumas.

De modo inevitável, é multidisciplinar e, desse jeito, é de interesse pra um imenso espectro de áreas acadêmicas, e em tal grau existe uma notória diversidade de contextos —casas, laboratórios, jardins zoológicos, selvagens— em que se realizam as interações homem-animal. Na américa Latina existe um grupo interdisciplinar crescente de profissionais e pesquisadores que montou programas de vária ordem ligados à ligação humano-animal, porém há pouca procura pela referida área.

Na Argentina se destaca o trabalho desenvolvido pelo Grupo de Investigação do Comportamento em Canídeos (ICOC), liderado pela Dra Mariana Bentosela, que desde 2007 foi feito um grande número de publicações científicas sobre a intercomunicação entre humanos e cães. ↑ DeMello, M. (2012). “Animals and society: an introduction to human-animal studies”.

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^ York, R; Mancus, P (2013). “The Invisible Animal Anthrozoology and Macrosociology”. ↑ Amiot, C; Bastian, Brock (2014). “Toward a Psychology of Human-Animal Relations”. Essa ligação tão boa com os animais. ↑ Podberscek, Aaron; Paul, Elizabeth; Serpell, James (2005). Companion animals and us: Exploring the relationships between people and pets. ↑ Hosey, G; Melfi, V (2014). “Human-animal interactions, relationships and bonds: a review and analysis of the literature”.

↑ Videla, Marcos Diaz; Olarte, Maria Alexandra; Carvalho, Martinho Xavier (2015). “Antrozoología: Definições, áreas de desenvolvimento e aplicações práticas para os profissionais de saúde”. ↑ Meléndez Samó, L (2014). “O elo humano-animal e tuas implicações pra psicologia em Porto Rico”. ↑ Gutierrez, G; Granados, D; Piar, N. (2007). “Interações homem-animal: características e implicações pro bem-estar dos humanos”. ↑ ICOC. “Grupo de Investigação do Comportamento em Canídeos”.

Entre as espécies que não carregam com tua progênie se incluem as espécies noturnas (como os lêmures mouse, os lêmures saltadores e os lêmures anões), os lêmures do bambu e os lêmures rufos. No caso dos lêmures rufos, os menores são altriciales e as mães constroem ninhos para eles, bem como as espécies de lêmure mais pequenas e noturnas. Os avahi ou lêmures (mamutes são uma exceção entre os grupos noturnos porque vivem em grupos familiares cohesionados e levam a sua única cria com eles, em vez de deixá-la no ramo de construção.

Outra das características que diferencia a maioria dos machos e fêmeas de primatas antropóides é a tua longevidade e a sua alta taxa de mortalidade infantil. Muitas espécies de lêmure, como os estudos de aprendizagem e cognição o lémur-de-cauda-anelada, deram piores resultados em testes concebidos para os macacos, sempre que que se desempenhava como eles em outras.

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