↑ A B Yezbick, Daniel (2019) 2

↑ A B Yezbick, Daniel (2019)

Esta incessante e prolongada migração de pessoas para o oeste deslocou culturas ancestrais e oprimió a minorias étnicas de índios. Em contraste, o tempo houve sérias avanços na indústria, das comunicações e da agricultura, a costa, em vários casos, de uma intensa exploração dos recursos naturais e humanos.

Estes eventos históricos, a origem de um mito nacional dos Estados unidos, chamado de “Mito da Fronteira”), foram recriados por inúmeras manifestações da arte, agrupadas perante o gênero western. A “divisa” é um conceito que, na história dos Estados unidos, faz alusão ao progresso e a procura de oportunidades dentro de um território inexplorado.

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A fronteira é o recinto onde a civilização pode avançar para a costa do selvagem. É uma linha fina geográfica onde o velho e o novo, o famoso e o inexplorado se acham e colocam limites. No início do século XIX, o Oeste era considerado um território selvagem e inóspito, com poucas promessas de ser habitado. Esta opinião não influía o episódio de que os índios levavam diversos milênios vivendo nele.

O avanço do “Este civilizado” a respeito do “Oeste selvagem” foi o encontro e o choque entre dois mundos exclusivos. A apropriação de territórios e o deslocamento dos nativos justificou-se com a doutrina do “destino manifesto”, uma ideologia que afirmava que todos estes acontecimentos eram fração de um plano divino previsto pra América do norte e do mundo.

a promoção da democracia por aqui e na Europa (…) o individualismo, desde o começo, foi promovido a democracia (…) significa o triunfo da divisa com todos os seus bons e maus rotas. Com o tempo, a divisa tornou-se um mito nos EUA. …um escape e um recinto de esperança para aqueles dispostos e capazes de tomar o futuro nas suas próprias mãos.

A expansão da fronteira norte-americano foi possível por causa uma série de acontecimentos políticos, civis e militares, que acontecem ao longo do século XIX. Alguns tiveram suporte governamental. Outros, pelo contrário, nasceram da iniciativa individual. No início do século XIX, o rio Mississippi, era a divisa ocidental dos EUA. O território que havia além pertencia à França, que, por sua vez, havia adquirido de Portugal.

O rio Mississippi era de vital gravidade para os agricultores, a oeste das montanhas Apalaches e o porto de Nova Orleans tinha muita importância comercial. Perante a impossibilidade de conservar tão vasto território, o governo francês de Napoleão Bonaparte mandou a venda da Louisiana pros Estados unidos por 15 milhões de dólares. Tal negociação se levou a cabo no dia 30 de abril de 1803. Estados unidos comprou por razões estratégicas e, deste jeito, dobrou seu território de forma súbita.

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